
Preciosa

Postado por Caique Gonçalves às 23:01 1 comentários
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Amor Sem Escalas


Postado por Caique Gonçalves às 18:38 0 comentários
Marcadores: Cinema
Lições de Avatar
Vamos nos distanciar de temas como o investimento bilionário de Avatar, sua arrecadação estratosférica e a possibilidade de superar o fenômeno Titanic. Tudo isso é irrelevante diante de questões estéticas e cinematográficas que ganharam corpo desde que o novo filme de James Cameron entrou em cartaz.
Todos nós sabemos (os fãs, surpreendentemente, tem noção disso) que a trama tem mais clichês que capítulo final de novela, sendo comparada exaustivamente pela crítica e o público em geral com o desenho animado da Disney Pocahontas. Apesar da história banal e superficial, Avatar conseguiu tocar, de uma forma ou de outra, a todos que o assistiram. Derrubando, consequentemente, a teoria de que a essência do cinema é contar belas histórias. Indo além disso, o grande sentido da sétima arte nos remete a forma de contar tais histórias. Quantos de nós fomos arrebatados por longas-metragens com histórias simples e banais, mas que nos conquistaram pela forma com que a narrativa foi construída.
Mas esse não é o caso de Avatar. O encantamento proporcionado pela viagem ao planeta Pandora é puramente visual. Alguns extremistas vão concluir que o futuro do cinema se reduzirá a belas imagens e nada a nos dizer. Não tenho uma resposta conclusiva sobre essa questão polêmica. Avatar propôs uma revolução na estética fílmica, a respeito da relação imagem x conteúdo. Ao priorizar a imagem, o diretor estaria concedendo o poder de reflexão e percepção ao telespectador? E o espetáculo visual enfraquece o que a narrativa quer nos contar? Imagem x conteúdo. Ainda é possível equilibrá-los na balança e ter como produto final uma obra respeitável?
Postado por Caique Gonçalves às 13:26 1 comentários
Marcadores: Cinema
Sherlock Holmes
Esqueçam a figura sisuda, de posse de sua inseparável lupa e de emblemáticas frases como "Elementar, meu caro Watson". O novo Sherlock Holmes, (Robert Downey Jr.) que chega às telas de cinema de todo o Brasil, é bem diferente do que os fãs acostumaram a acompanhar nos escritos de Arthur Conan Doyle. Trata-se de uma versão remasterizada e pop, influenciada decisivamente pela HQ, que tem o legítimo objetivo de divertir o seu público, sem abrir mão de determinadas características do detetive mais famoso do mundo.
Para os leitores de revistas de celebridades, Guy Ritchie é apenas o ex-marido da musa pop Madonna, mas para o grande público cinéfilo, o cineasta é sinônimo de inovação, com obras pouco convecionais e a mistura explosiva e repleta de sarcasmo de belíssimas cenas de luta e ação com uma comédia inteligente. Em Sherlock Holmes não é diferente. Ritchie concede habilidades de lutas marciais e um ar mais pop ao consagrado detetive. Destaque para a excelente e divertida atuação de Robert Downey Jr.A história se passa na Londres no período vitoriano e marca o que seria o fim da parceria de Holmes com Watson, (Jude Law) em virtude do casamento deste último. Como último caso, eles precisam desvendar o mistério que envolve magia negra, o futuro da Inglaterra e a figura macabra do Lorde Blackwood(Mark Strong). O filme deve ser encarado como puro entretenimento e talvez o grande pecado de Guy Ritchie foi a busca por tentar tornar o filme digerível para todos os espectadores e de convencer na marra que a trama merece uma franquia.
Excessos de explicações enfraquecem a força narrativa do filme, assim como a repetição de tomadas amplas, captando boa parte da Londres da época serve apenas para mostrar o trabalho de recriação da cidade e não nos tem muito a dizer. Em alguns momentos a narrativa e as cenas trazem no seu bojo um ar arrogante de quem quer ser mais do que realmente representa. As cenas de luta e os efeitos especiais devem fascinar o público menos exigente e confirmar o sucesso que o filme obteve nos Estados Unidos.
A estrutura narrativa convencional deve decepcionar boa parte da legião de fãs do cineasta. A divertida trilha sonora assinada por Hans Zimmer é responsável por ser o fio condutor da narrativa ef az isso muito bem. Não é o melhor trabalho Ritchie, mas com certeza é um dos melhores filmes do gênero, que diverte e traz boas imagens de uma Londres inebriante, de tons de cinza e personagens misteriosos.
Nota: 7,0
Postado por Caique Gonçalves às 17:00 4 comentários
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Sala de Arte no programa Soterópolis da TVE
Confira abaixo a reportagem oveiculada n programa Soterópolis da TVE sobre blogs culturais em que o Sala de Arte é um dos destaques, juntamente com outros parceiros da blogosfera baiana:
Postado por Caique Gonçalves às 20:15 2 comentários
Lucas Santtana volta à Salvador para apresentar seu novo disco
Postado por Caique Gonçalves às 20:36 1 comentários
Marcadores: Música
Do Começo ao Fim


Postado por Caique Gonçalves às 12:07 4 comentários
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As cantoras Marcia Castro, Mariana Aydar e Maria Gadú causaram frisson em Salvador

Marcia Castro, Mariana Aydar e Maria Gadú, as três maiores revelações da música popular brasileira recente, causaram frisson na última sexta-feira, 13, no Largo Pedro Archanjo, Pelourinho. O show fez parte do projeto Novembro – Música em Todos os Ouvidos, realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia em parceria com o Pelourinho Cultural, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Quem passava pelo Pelourinho horas antes do show, deve ter se surpreendido com um movimento diferente. Desde o início da tarde, fãs e amantes da boa música circulavam pelo Pelô, logo após adquirirem os seus ingressos para a grande noite. A primeira a subir ao palco foi a baiana Marcia Castro que provou já ter uma legião de fãs no Estado que se esbaldou ao som da mistura de jazz, frevo e samba-rock da artista.
No repertório, o público pôde conferir as composições que fazem parte do seu primeiro disco, intitulado Pecadinho. O grande sucesso do CD, a música Frevo Pecadinho, composição de Tom Zé e Tuzé de Abreu, foi executada duas vezes para o delírio dos fãs, que não se fizeram de rogados e dançaram ao som do mais conhecido ritmo pernambucano. Grandes sucessos da música brasileira ganharam releituras originais na voz da baiana e de sua banda, que conta com Tamima Brasil, ex-percussionista de Cássia Eller, na bateria. Entre alguns deles, Nega Neguinha, de Zeca Baleiro, Preta Pretinha, dos Novos Baianos e Jorge Maravilha, de Chico Buarque.
Marcia fez também uma homenagem aos 40 anos de Moraes Moreira e cantou um dos clássicos do frevo, a músicaVarre, Varre, Vassourinha. A artista afirmou estar muito feliz em participar do projeto Música em Todos os Ouvidos.“É muito importante para a Bahia e para os baianos trazer produtos e artistas novos que estão fazendo sucesso no Sul e Sudeste do país”, contou.
Fabiana Tavares é fã de Marcia Castro há tanto tempo que nem se lembra ao certo quando a admiração teve início. “Recordo que a primeira vez que eu ouvi Marcia foi em um show no Parque da Cidade. Desde então, comprei o disco e passei a acompanhar a carreira dela”, revelou. “Ela canta a verdade, a cultura, o que é nosso, da Bahia”, contou cheia de entusiasmo.
A paulista Mariana Aydar subiu ao palco em seguida para brindar o público com seu samba contemporâneo influenciado pela bossa nova, pelo samba carioca e pela música nordestina. Aydar cantou as músicas do seu segundo disco,Kavita 1, e aproveitou para apresentar as canções inéditas que fazem parte do seu terceiro e último disco,Peixes, Pássaros e Pessoas. “Não tenho palavras para descrever o quanto eu amo essa cidade”, revelou Aydar que conheceu Salvador ainda criança, por conta de seu avô que é baiano. A paulista convidou também sua amiga Marcia Castro para subir ao palco e juntas fizeram uma homenagem à cantora cubana Mayra Andrade.

Mas foi mesmo o show da carioca Maria Gadú, o mais esperado da noite, que levantou o público. Surpreendida pela recepção calorosa, a artista correspondeu com largos sorrisos e poucas e sinceras palavras. “Gente, não sou de falar. Tenho muita vergonha”, revelou. “Estou muito, mas muito feliz de estar aqui”, completou.
A carioca brindou o público com as músicas cheias de frescor do seu primeiro e homônimo CD, inclusive o hitShimabalaiê, que faz parte da trilha sonora da novela Viver a Vida, da Rede Globo. Em uma das canções, convidou o seu amigo e parceiro de longa data, o sorridente e cativante Leandro Léo, para cantar junto com ela a músicaLaranja, que ganhou um bis a pedido do público, junto com Ne Me Quitte Pas.
Para a diretora do Pelourinho Cultural, Ivanna Soutto, o programa segue mais uma vez como porta de entrada para os grandes talentos da música brasileira. “Desde o início de nossa atividade, o Pelourinho se tornou o début de muitos artistas”, afirmou. Quatro meses atrás, Ivanna iniciou as conversas com Aydar e Gadú a fim de viabilizar o show em solo baiano. Agora as conversas são para trazer Maria Gadú já no início de 2010. Os fãs não perdem por esperar!
O projeto Novembro – Música em Todos os Ouvidos se encerra na próxima sexta-feira (20), com o dia das Orquestras. Desta vez, o Largo Pedro Archanjo receberá os shows das orquestras Rumpilezz, da Bahia, Ska Maria Pastora, de Pernambuco e a Orquestra Brasileira de Músicas Jamaicanas, de São Paulo.
Postado por Caique Gonçalves às 22:39 0 comentários
Marcadores: Música
Caro Senhor Horten
Odd Horten é condutor de trens há 40 anos. Tão monossilábico quanto seu prenome. É introspectivo e leva uma vida tão previsível quanto os trens que ele controla. Horten está prestes a se aposentar, restando apenas uma viagem para ele encerrar sua carreira. No entanto, um acontecimento inusitado faz comegue atrasado e acaba perdendo sua última partida. Esse rompimento da rotina acaba gerando situações divertidas, dramáticas e transformadoras na vida do metódico Odd.
Postado por Caique Gonçalves às 19:26 1 comentários
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Besouro
A expectativa, muitas vezes, é proporcional à decepção por mais boa vontade que tenhamos com o produto a ser analisado. "Besouro", sem qualquer exagero, era o filme mais esperado pelo público brasileiro em 2009. Referendado pelo ótimo trailer que fez sucesso na internet, com milhares de visualizações e por criar um super herói genuinamente brasileiro.
Postado por Caique Gonçalves às 11:15 1 comentários
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